
A cada dia que passa as pessoas acreditam que para viver mais e melhor é preciso ter cuidados com a alimentação e fazer as melhores escolhas. Pensando nisso cresce o número de restaurantes que tem como objetivo oferecer ao cliente sabor e saúde, inclusive nas redes de fast food.
A correria do dia a dia torna-se a "desculpa" mais comum para se alimentar de forma desbalanceada, já que é muito mais rápido comer um sanduíche com batata frita e refrigerante, do que ir ao restaurante e pedir um prato.
Só que hábitos freqüentes como esse podem favorecer o aumento de peso e o aparecimento de doenças.
Diante disso, investidores do ramo estão preferindo abrir restaurantes com opções mais saudáveis para atender a esse público que procura se alimentar melhor. Hoje em dia você já consegue encontrar nas praças de alimentação dos shoppings uma boa variedade de fast foods mais saudáveis, como por exemplo: sanduíches, wraps, saladas e pratos quentes.
Detalhes como utilizar sal marinho, azeite extra virgem, óleo de canola, produtos orgânicos, ervas aromáticas e outros, contribui ainda mais para a qualidade e o sabor do prato. Pode não significar que seja menos calórico, mas sem dúvida é mais saudável.
Veja o que certas trocas de alimentos podem fazer pela sua saúde:
Pão de hambúrguer por pães integrais com cereais
O pão integral possui fibras que colaboram com o bom funcionamento intestinal, além de promover mais saciedade. A aveia possui uma substância chamada beta-glucana, que ajuda a controlar os níveis de colesterol e glicemia no sangue.
Batata frita pelo arroz integral
A batata quando mergulhada em grande quantidade de óleo para fritar torna-se bem mais calórica e com mais quantidade de gordura, por isso não é recomendado o consumo excessivo e muito freqüente. O arroz integral possui muitos nutrientes, pois passa por menos processos que o arroz branco, então mantém suas propriedades. Ele é rico em fibras, vitaminas e minerais.
Refrigerante por suco de fruta natural
O refrigerante tem açúcar, aditivos químicos e gás, que em excesso não é nada saudável. A versão diet não tem açúcar, mas sódio, que em grandes quantidades favorece a retenção de líquidos. O suco de fruta natural é fonte de muitas vitaminas, minerais, fibras e substâncias antioxidantes, que nos protege contra o aparecimento de doenças e evitam o envelhecimento.
Salada completa
Para quem deseja comer algo mais leve, uma salada completa é uma excelente escolha. Folhas, legumes e alguns ingredientes como: frango desfiado, crôutons e temperos podem torná-la saborosa e balanceada.
Mesmo os restaurantes que não seguem essa linha, pelo menos uma opção do cardápio é mais saudável, com menos gorduras, açúcares, e consequentemente, com menos calorias. Cabe a você escolher o que será melhor para sua saúde.
Fonte : Cyber Diet

Usar a bicicleta como meio de transporte nas grandes cidades pode não ser tarefa fácil. Para ajudar quem anda de bike nos centros urbanos, o blog Eu Vou de Bike listou algumas dicas para “pedalar na cidade com mais segurança, sem se envolver em acidentes e garantindo um trajeto tranquilo”.
1. Pedale no lado direito da via e, caso necessário, ocupe a faixa. Evite ao máximo pedalar na contra-mão. Na estrada, use o acostamento.
2. Cuidado com carros estacionados. Portas podem ser abertas a qualquer momento, e este acidente é mais comum do que se imagina. Ao passar por carros estacionados, procure observar se há ocupantes dentro destes, o que pode indicar alguém que vai sair sem prestar a devida atenção.
3. Seja previsível aos motoristas. Não mude de direção sem deixar clara a sua intenção. Procure não “costurar” nos congestionamentos e evite ao máximo trafegar pela calçada.
4. E agradeça sempre com sinal de positivo ou dizendo “Obrigado” aos motoristas que se mostrarem civilizados e facilitarem a sua passagem.
5. Não se envolva em discussões inúteis nem xingue os mais estressados.
6. Não execute manobras com sua bike para as quais não esteja treinado. É tombo na certa.
7. Procure vestir sempre roupas adequadas ao clima. Durante a noite, dê preferência a cores mais claras.
Fonte: Ecodesenvolvimento

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) insiste em apontar o Brasil como líder mundial na geração de lixo eletrônico anual por habitante. O Ministério do Meio Ambiente, contudo, contesta os números divulgados no início da semana e diz que a pesquisa da ONU está baseada em modelo europeu de comercialização que, no Brasil, não funciona.
Estando às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que acontece em junho, o MMA informa que o governo brasileiro ainda não possui números sobre aquisição de produtos eletrônicos. Mas garante que dentro de quatro meses estará pronto estudo de viabilidade técnica e econômica para saber como é feita a geração de lixo eletrônico no País e se o setor já tem condições de fazer logística reversa.
Ainda segundo o MMA, tal estudo também vai diagnosticar se recolhimento e destinação do lixo eletrônico devem ser feitos agora ou não. Na logística reversa, por exemplo, fabricantes são responsáveis pela destinação do equipamento pós-uso, mas o MMA esclarece que tal responsabilidade também poderá ser repassada ao consumidor. Nesse caso o MMA aposta na conscientização do cidadão no processo e garante que nada funcionará se o consumidor não fizer descarte adequado.
O MMA esclarece ainda que a logística reversa só pode ser realizada quando se souber o comportamento do consumidor, o tipo de consumo que existe no Brasil e quais são os bens consumidos. Os ministérios da Saúde, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e da Fazenda participarão do estudo junto ao MMA.
A regulamentação das cinco primeiras logísticas já acontece nos setores de eletroeletrônicos, embalagens plásticas de óleos, lâmpadas, embalagens em geral e medicamentos. A mais adiantada é a de embalagens plásticas de óleos lubrificantes. O setor mais complexo, o de eletroeletrônicos, que inclui desde celular até aparelho hospitalar, como tomógrafo, tem início previsto para 2013.
Umas das preocupações do MMA é ver que o serviço de logística reversa em relação ao lixo eletrônico ainda não foi absorvido pela maioria das empresas brasileiras. Assim, a recomendação aos consumidores é que no ato da compra, além de qualidade e preço, ele inclua no critério de compra uma opção que a empresa dê para o fim da vida útil do aparelho.
Sobre os celulares, o MMA lembra que as operadoras atualmente recebem aparelhos e carregadores nos próprios pontos de venda. Os produtos são encaminhados depois para reciclagem no Brasil ou no exterior, dependendo de sua característica. Contudo nem todo fabricante faz isso. No caso, a recomendação é que o consumidor faça a diferenciação na compra também considerando esses aspectos.
O Programa de Coleta e Doação de Alimentos do DF, que originou o Banco de Alimentos de Brasília, projeto do deputado Joe Valle já sancionado pelo governo do Distrito Federal, é um dos principais projetos da CEASA, Central de Abastecimento, agora sobe o comando de Wilder Silva, o novo presidente indicado pelo governador Agnelo Queiroz.

O Banco já tem cadastradas 126 entidades assistenciais, em ação conjunta da Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural (SEAGRI), com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (SEDEST). Essas entidades servem alimentação para mais de 15 mil pessoas, entre crianças, adolescentes e adultos, que enfrentam a vulnerabilidade nutricional.
Leonardo Hamu, da Emater-DF, coordenador do Banco de Alimentos, explica que, na prática, o sistema consiste em comprar produtos da agricultura familiar, através dos Programas de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), do Governo Federal e PAPA, e do Governo do Distrito Federal, além da arrecadação junto ao comércio local de produtos considerados impróprios para comercialização, porém próprios para o consumo humano.
Em seguida, fazer a distribuição desses produtos às entidades assistenciais, de forma organizada, evitando o desperdício e proporcionando oportunidades a todos aqueles que estão em condições de vulnerabilidade alimentar.
As novidades trazidas pelo projeto do deputado Joe Valle estão nos princípios de gestão implantados. “Não existe mais a sacolinha, existe alimento para ser processado e colocado à mesa dos necessitados”, explica Leonardo. “O tempo de carregação, de levar produto para casa, acabou”, completa. Cada entidade recebe semanalmente uma cesta básica com até 36 produtos diferentes, conforme a oferta pelos produtores familiares.
Critérios de aproveitamento também ficaram mais exigentes. Hoje, para se cadastrarem, as entidades precisam ter estrutura, como cozinha adequada e local de refeição. Também precisam aceitar que os profissionais que manuseiam os alimentos participem de cursos de capacitação que serão ofertados pelos técnicos do Banco de Alimentos da CEASA.
Estes cursos abordarão temas como segurança alimentar, boas práticas de produção, boas práticas de preparação, melhores formas de aproveitamento dos alimentos, acondicionamento e estocagem, culinária, nutrição e higiene.
Já o agricultor familiar, para se cadastrar como fornecedor, precisa apresentar Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), fornecida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, através da EMATER–DF, e estarem organizados em cooperativas ou associações.
Todos os dias, pela manhã, os produtores da agricultura familiar se dirigem ao Banco de Alimentos, onde depois da pesagem de seus produtos, emitem Nota Fiscal, a qual é encaminhada à SEAGRI para pagamentos que são efetuados semanalmente. À tarde, é a vez das entidades comparecerem para receber os produtos.
O produtor familiar Laércio da Mota Rodrigues, da Fazenda Larga, em Planaltina, explicou enquanto assistia a pesagem de seus produtos: “Agora, temos um local certo para escoar a produção, com um preço justo. Produzir, sempre foi fácil, difícil é a comercialização”.
Ailson Soares dos Santos, também da Fazenda Larga, afirmou: “Não adianta produzir, se não tem como vender. Espero que mais entidades se cadastrem para vir buscar alimento. Produtos de qualidade a gente tem”.
Para Leonardo Hamu, o Banco de Alimentos surge como sólida opção para combater a desnutrição e o desperdício no DF. “Á sombra de outros Bancos de Alimentos, temos uma movimentação da sociedade fantástica para combater a fome. Estamos apresentando ao Distrito Federal e ao Brasil novo formato de combate à desnutrição e ao desperdício”, explica o coordenador.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) informou que a desertificação da terra no Brasil soma mais de 1,34 milhão de quilômetros quadrados e abrange 31,6 milhões de habitantes (17% da população).
Ao longo dos anos, a exploração de recursos naturais somada as mudanças climáticas provocam os mais variados impactos nos ecossistemas e, em diversos casos, a degradação da terra e redução da oferta de água.
Esses processos, quando se intensificam, podem levar à desertificação, resultado da falta de manejo adequado dos recursos naturais nas regiões semiáridas e subúmidas secas.
Para discutir os impactos das mudanças climáticas e aquecimento global no meio ambiente e na agricultura, além de apresentar alternativas para a redução dessas adversidades, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) promoveu a terceira Reunião Técnica do Cemaden, em Fortaleza (CE).
O diretor do departamento de combate à desertificação da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Francisco Campello, fez no encontro uma apresentação sobre as mudanças climáticas e políticas de combate à desertificação. Segundo ele, a estratégia brasileira no combate ao problema está no Plano de Ação Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, que reflete os compromissos do país perante a Convenção das Nações Unidas para o Combate a Desertificação.
"Todos os estados afetados (os nove do Nordeste, além de Minas Gerais e Espírito Santo) estão com seus planos de combate elaborados e já sendo executados", destacou Campello. Os planos foram desenhados com o objetivo de focar nas práticas sustentáveis para valorizar o homem no processo de conservação e assegurar o desenvolvimento regional.
Como funciona Cada plano estadual resulta em um conjunto de iniciativas apoiadas pelo MMA, com o objetivo de promover ações de inclusão produtiva sustentável nas regiões mais afetadas pela seca. "Para fortalecer a ação, foram implantados mais de 27 projetos nesses estados, com investimentos de R$ 20 milhões, voltados à segurança alimentar, energética e hídrica nas áreas susceptíveis à desertificação", ressaltou Campello.
As ações de fomento estadual foram obtidas por meio de articulações com o Fundo Clima, Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal, Fundo de Desenvolvimento Florestal e Fundo Nacional do Meio Ambiente. A iniciativa também conta com a cooperação técnica do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).
FONTE : ECODESENVOLVIMENTO